Teatro nos 76 Anos da FESPSP

Programação começará com teatro no domingo, com uma apresentação gratuita na Biblioteca Monteiro Lobato

Neste Domingo, dia 24/05, o Teatro da FESPSP vai se apresentar na Biblioteca Monteiro Lobato ás 11h como abertura da comemoração do aniversário de 76 anos da FESPSP.

O Projeto FESPSP de Teatro, grupo mantido pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, se prepara para uma nova apresentação do espetáculo “Arlequim – o servidor de dois amos”. A peça, originalmente escrita pelo dramaturgo italiano Carlo Goldoni e adaptada pelo diretor do Projeto FESPSP de Teatro, Celso Solha, tem o enredo típico da comédia dell’arte – um estilo que satirizava os hábitos e costumes cotidianos da sociedade do século XVI.

Arlequim, personagem principal da trama, comete uma sucessão de equívocos e trapalhadas, em grande parte devido à sua decisão de servir dois amos, que se desvendam ao final da comédia.

Comemoração dos 76 Anos da FESPSP

Espetáculo: “Arlequim – O servidor de dois amos”
Direção e Adaptação Geral: Celso Solha
Quando: 24/05/09 (domingo)
Horário: 11h00
Onde: Biblioteca Monteiro Lobato (em frente ao Casarão)

Organização: FESPSP e FESPJr Sociocultural

Demais atividades de comemoração serão divulgadas em breve.

Anjos e Demônios

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Baseado em livro de Dan Brown (autor de O Código Da Vinci), Anjos e Demônios apresenta novamente o professor de simbologia, Robert Langdon, dessa vez solicitado pelo Vaticano a ajuda-los em um momento difícil: enquanto ocorre o concílio de cardeais para escolher o novo papa, uma misteriosa e antiga organização defensora da ciência e da razão ameaça a Igreja e seqüestrou os principais candidatos ao cargo de chefe do catolicismo.

Dirigido por Ron Howard – que também levara às telas O Código Da Vinci -, esse filme não visa ser uma análise sobre os bastidores do Vaticano ou discorrer sobre religião e ciência; propõe-se a ser um filme tenso, com suspense e ação, capaz de entreter o público. O embate entre Fé e Razão é apenas o ponto de partida para isso, bem como ferramenta para criar uma singularidade temática e fisgar o público através de um conflito polêmico.

O filme acaba cumprindo sua função. Através do clima de tensão, do constante movimento, do roteiro cheio de mistérios e ameaças e da trama absurda mas com ação, da montagem rápida e valorizadora dos clímax entre situações, Anjos e Demônios diverte. Entretanto, os primeiros vinte minutos são bem maçantes. A trilha sonora de Hans Zimmer ajuda muito a manter o clima esperado.

anjos Anjos e DemôniosA forma como o filme é conduzido é muito semelhante à escolhida por Howard em O Código Da Vinci. A beleza histórica de Roma e do Vaticano contribui para garantir um charme a mais ao filme. Em termos de atuação, não há destaques, sendo que todo o elenco apresenta interpretações “no piloto automático”. Ewan McGregor se sobressai devido ao seu inferior desempenho e seu papel mal trabalhado, soando sempre deslocado no papel e dissonante com o resto da produção e do elenco.

Anjos e Demônios

Cotação: ***

EUA, 2009. De Ron Howard. Com Tom Hanks, Ewan McGregor, Stellan Skarsgård. 139min. Suspense/Drama.

Páginas de jornal

jornal Páginas de jornalFolheava meu jornal, como quem o lia. Em verdade eu estava apenas virando as páginas, vendo algumas imagens e nada mais. Apenas ali, com a minha exclusiva esperança de que um dia mais do que simples folhas de jornais estejam com as páginas viradas.

Primeira página anuncia assassinato, é o filho que mata os pais, é o irmão que mata o outro. Páginas à frente anunciam desiludidos que se suicidaram, e logo em seguida a quantidade de pessoas mortas no trânsito, e o percentual de tantas outras que morreram de câncer.

Então é isso? Depois de uma vida, o que você vira é um dado no IBGE, e quando mais do que isso, um anuncio ou até mesmo uma simples capa de jornal? Então é isso? Sua vida é resumida por no máximo algumas linhas que curiosos lerão e dirão a cada esquina: “Você viu aquele senhor que foi morto pelo filho?”.

Sabe? Ouvi dizer de um senhor que morreu ainda há pouco. Mas não sei quem ele foi, não sei dizer quem ele amou, nem se amou, com quem viveu, se um dia ele conheceu a felicidade, ou se o ódio era presente no seu coração. Só sei dizer que morreu de câncer, mas não sei dizer de que viveu. Daqui a alguns anos quem lembrará do senhor?

Ao fim, sei que seremos apenas, e no máximo, um trecho de jornal. Aqueles que ficam lá no rodapé da ultima página. E cá estou eu, sentada, escrevendo e sonhando com o dia em que mais do que simples folhas de jornais serão viradas.

Mundaréu – Plínio Veroneze

plinio1 Mundaréu   Plínio VeronezeA caricatura, palavra do italiano caricare (carregar, no sentido de exagerar, aumentar algo em proporção) é a filha do expressionismo, onde o artista desvenda as impressões que a índole e a alma deixaram na face da pessoa.

A distorção e o uso de poucos traços são comuns na caricatura. Uma boa caricatura pode ainda captar aspectos da personalidade de uma pessoa através do jogo com as formas.

Assista nesta edição do Mundaréu, uma bate papo divertido com o caricaturista e ilustrador Plínio Veroneze, ele vai mostrando o seu trabalho, realizado com diversos materiais, ali, na Praça  no meio dos olhares curiosos dos freqüentadores. Mundaréu, conversou, observou e a Elaine ganhou até uma caricatura de presente. Você não pode perder essa animada descoberta!!!

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Maiores Informações no site : http://caricasdopj.zip.net/

image003 Mundaréu   Plínio Veroneze

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