À uma realidade

Não há ausência do que foi sentido, aliás, a presença do sentimento já antigo, é tão constante quanto o mudar do tempo, com tempo, a tempo, há tempo!
Não existe a inexistência, aliás, existe tanto e a todo momento, que não se sabe mais se é realidade ou ilusão…
Sei que haverá pesares; que há tristeza e que houve sonhos. Só não sei onde é que se limita a tal da felicidade… Em qual auge ela não pode alcançar! E por que existe um auge? Um limite…
Posso falar dos sonhos que a realidade levou…
Posso falar do tempo que a tristeza me tomou…
Posso não falar, e apenas me ser, como sempre sou!
Ou posso não ser, e levar, dizendo que nada mudou!

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