Espaço em Cena – Satyros II

É isso aí amigos, estamos em 2010!!! Que seja um ano excelente para todos nós!!!

E o ano vem com novidades por aqui, a começar pela nova página dedicada ao Teatro que além do nosso Espaço em Cena terá outras atrações, aguardem!

No programa de hoje vamos continuar a matéria feita com os Satyros, mostrando agora o Satyros II, Iocalizado no número 134 da Praça Roosevelt. Vamos ver um pouco da história do grupo, como começaram, falar da agenda “roubada” e do trote telefônico que deu início ao festival Satyrianas… E passear pelos corredores, pelo enigmático labirinto que é o Espaço dos Satyros II.

Vale a pena conferir!

Já no próximo programa finalizamos nossas andanças pela Praça Roosevelt, apresentando o Espaço dos Parlapatões. E no decorrer do ano, vamos passear por Sampa e mostrar toda a diversidade também de espaços que a nossa cidade oferece. Contando sempre com sua companhia.

E vamos aos Satyros II!

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Na matéria:

Satyros I (Pça. Roosevelt, 134)

Tel: (11) 3258-6345

Site: www.satyros.uol.com.br

email: satyros@uol.com.br

Em cartaz:

A programação de espetáculos para 2010 ainda não foi divulgada. Será publicada assim que for atualizada)

Envie seus comentários e sugestões para o Espaço em Cena através do e-mail: teatro@culturadebolso.org

Sobre os Satyros

Fundada em 1989 em São Paulo por Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, Os Satyros iniciaram a pesquisa de um teatro essencialmente experimental. Em 1990, a partir da montagem “Sades ou Noites com os Professores Imorais”, da obra homônima do Marquês de Sade, que estreou no Teatro Guaíra, em Curitiba, a companhia provocou polêmica e dividiu a crítica especializada. Os Satyros tiveram muita dificuldade em localizar um espaço para a apresentação do espetáculo na cidade de São Paulo. Foi então que a companhia assumiu a administração de um pequeno teatro abandonado no tradicional bairro paulistano da Bela Vista, chamado Teatro Bela Vista. Além de conseguirem apresentar o espetáculo, iniciaram um período de forte intervenção cultural que se prolongaria até a transferência da companhia para a Europa. Com a estréia do espetáculo, a imprensa e os críticos elogiavam a coragem do grupo; por outro lado, criticavam a crueza com que a companhia tratava a obra de Sade. O saldo: um ano em cartaz, seis indicações ao Prêmio APETESP de Teatro, incluindo as categorias de Melhor Espetáculo, Direção e Ator Protagonista, e a aquisição do Teatro Bela Vista…saiba mais

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