Lançamento do livro O Lento Alento
O poeta Altair de Oliveira, lança no próximo dia 14 de março de 2009 em São Paulo, o livro “O Lento Alento” quarta publicação do autor que reúne a produção poética dos últimos 12 anos. O Livro “O Lento Alento” apresenta em sua capa uma obra da artista plástica brasiliense Alzira Cardoso Marques intitulada “Paridamente”.
.
.
Onde: Bar do Batata
Endereço: Rua Bela Cintra, 1333 , próxima a estação Metrô Consolação – São Paulo Capital.
Quando: 14/03/09 às 19h00
Informações: www.bardobatata.com.br
Sobre o Poeta:
Altair de Oliveira nasceu em Panorama-SP em 1961. Foi criado no noroeste paranaense (Xambrê) onde estudou, escreveu seus primeiros versos e trabalhou na lavoura até os 17 anos. Em seguida, mudou-se para o centro-oeste onde permaneceu por 10 anos (Dourados e Campo Grande, Cuiabá, Goiânia e Brasília). Fez suas primeiras publicações, (Fases, 1982 e Curtaversagem ou Vice-Versos, 1988) e freqüentou o curso de direito até o sétimo semestre. Em 1988 mudou-se para Curitiba-PR, onde trabalha como técnico em telecomunicações. Morou em várias cidades do Brasil e também no exterior (Alemanha, Venezuela, EUA, Nicarágua, Bolívia). Publicou seu terceiro livro de poemas “O Embebedário Diverso em 1996″, com uma segunda tiragem em 2003. Escreveu alguns contos esparsos e resenhas literárias, publicados em antologias e diversos jornais do país. O lento alento é o quarto livro de poemas do autor e reúne seus escritos de 1996 a 2008.
Fonte: http://www.germinaliteratura.com.br/altair_de_oliveira.htm
Nós Ocultos
Além de ti e de mim ocorre o nós
e os nós pelos quais nós buscamos nos unir…
Nós que tentamos mostrar-nos um ser maior
para, a todo custo, esconder que estamos sós.
Altair de Oliveira – In: O Lento Alento.
Renegada Queda
À certa altura da vida,
onde degraus se degradam,
Eu decido ser de descida,
e, num impulso suicida,
saltar os meus sobressaltos
e descer ao ser que acovardo
tomar-lhe os sonhos que guarda,
usar-lhe as asas rasgadas
e tentar cair para o alto.
Altair de Oliveira – In: O Lento Alento.
Cantada
Me advertem que ver-te me diverte,
que te adoro dum modo que ignoro,
que maquino um destino de entreter-ter
e, de contente, eu nem tento me conter…
Eu, por isso, preciso que precisa
E subalterna e mais terna me governes
Que me mimes, me animes, me domines
E que amamentes e que aumentes um sentimento
De deleite que eu verto ao te ver!
Altair de Oliveira – In: O Lento Alento.
Leia Tambem:
- Mundaréu – Altair Oliveira
- Livro “Macho Pero No Mucho – As Melhores Crônicas”
- Livro – “Para onde nós vamos? Os roteiros de viagem da Família Müller”
- Como diria Tim, “leia o livro…”
- Livro – Se Abrindo Pra Vida de Zibia Gasparetto
_______________________________________________________________
Escrito por: Elaine Gomes em 22/02/2009
Cadastre aqui para receber nosso Newsletter via e-mail
Assine nosso RSS 2.0 .



sucesso sempre na tua vida Altair e que possa sempre escrever belas poesias!!!
Beijos!!!
Parabéns e sucesso sempre!!
Parabéns Altair e sucesso sempre!
Parabéns Altair e sucesso sempre!
Beijos de quem muito te admira!
É , de contente eu nem tento me conter.Por ter a felicidade de ler uma obra de tamanha qualidade é bom gosto.Parabéns Altair de Oliveira, por me propocionar este momento d prazer em ler.
bjo ..sem mais no momento; Raimunda Erineuma pierre ( raypierre).
achei um belo poema: Confluência Passional…
autor? Altair de Oliveira. Então pensei… tenho que descobrir
+, saber + , ler mais. Poxa…esse cara é MUITO BOM!
De lá pra cá nem preciso dizer que apaixonei…
..Acabei encontrando outros poemas, alguma coisinha aqui ;
outra acolá. Jamais imaginei que um dia seria amiga desta
pessoa que não é só um poeta incrível, mas ser humano da melhor
qualidade.
Meus parabéns Altair! afinal, 30 anos de versos não é pra qualquer
um.
Muitas alegrias neste livro, O Lento Alento,(bárbaro) que já é um grande sucesso e
principalmente, no teu lançamento aqui na minha terrinha da ex-garoa!
Tua fã e amiga paulistana
Lúcia Gönczy
Há de ser um poeta pobre, que de nobre só a vida, trocando versos por cobres, ou por um prato de comida. Há de ser mesmo um poeta, corpo velho, alma criança, mesmo nessas horas incertas, ainda mantém as esperanças … parabens Altair e parabens pelo carinho e reconhecimento da nossa Jornalista “Elaine Gomes”
Grande Abraço poeta.
Wilson
cá de Curita
Faz poemas nos quais é possível perceber grande e bem trabalhada sensibilidade, com resultados bastante envolventes. E tem marca própria!