Pearl Jam – rádio online e biografia
maio 8, 2010 by Davi Sant´anna
Filed under Música, vídeos
Pearl Jam lança rádio oficial online: Sem duvida nenhuma o Pearl Jam é uma das mais emblemáticas bandas de rock dos últimos tempos, o rock em sua gene, impetuoso, rebelde, contestador e filosófico, o que arrebatou milhões de fãs pelo mundo inteiro, inclusive a pessoa que vos escreve!
Para aproximar mais do seu publico o Pearl Jam estreou um rádio online em seu site oficial.
A rádio oficial online do Pearl Jam é dedicada única e exclusivamente às músicas da banda, com toda a discografia de estúdio e também faixas exclusivas gravadas ao vivo.
A rádio oficial online do Pearl Jam é apresentada pelo DJ The Rob encarregado também de interagir com os internautas.
Assita o clipe da música Pearl Jam – Just Breathe
História do Pearl Jam
Biografia do Pearl Jam por Fabrício Boppré para o site http://whiplash.net/
O embrião do Pearl Jam pode ser encontrado em outras bandas de Seattle, na época em que a cidade ainda não era o grande foco das atenções no mundo do rock’n’roll, como ficou sendo durante a primeira metade da década de 90. Podemos começar dizendo que o guitarrista Stone Gossard e o baixista Jeff Ament eram amigos e formaram uma banda de hard-rock chamada de Green River ao lado do guitarrista Steve Turner e o vocalista Mark Arm, mais ou menos na metade da décade de 80. Chegaram a gravar e lançar um disco, chamado “Rehad Doll”, além de um EP, pelo selo local Sub Pop. Mas em 1988, a banda resolve se separar, sendo que Arm e Turner formariam logo depois o Mudhoney, uma das bandas primordiais do grunge. Jeff e Stone continuam juntos e, juntamente com o baterista Jeff Turner e o vocalista Andrew Wood, formam uma nova banda, chamada Mother Love Bone. Assinam um contrato com a Geffen Records e lançam em 1989 o EP chamado “Shine” e, em 1990, um álbum chamado “Apple”. A banda começa a fazer a sucesso nos EUA, quando, logo depois do lançamento de “Apple”, em 16 de março de 1990, morre o vocalista Andrew Wood, vítima de uma overdose de heroína.
Depois disso, Stone e Jeff se separam, mas continuam a compor e escrever músicas. Depois de algum tempo, voltam a se juntar com o propósito de formar mais uma banda. A eles se junta o guitarrista Mike McCready (ex-Shadow), mas faltava ainda um vocalista e um baterista. Por intermédio do amigo e baterista Jack Irons (ex-Red Hot Chilli Peppers), eles conhecem Eddie Vedder, que estava naquele momento trabalhando em uma indústria de petróleo em San Diego (que fica no estado da California, sendo que Eddie nasceu no estado de Illinois), mas que costumava cantar e tocar com alguns amigos nos bares da cidade, em uma banda chamada Bad Radio. Vedder recebe uma fita demo do trio de Seattle (apenas com músicas instrumentais) e gosta do som que ouve. Ele resolve escrever as letras que faltam à essas músicas (reza a lenda que ele foi surfar um dia, e, ao sair do mar, estava com as três letras prontas na cabeça – são elas: “Once”, “Alive” e “Footsteps”, e possuem ligação entre si), e ele mesmo grava sua performance por cima dos instrumentos na fita e a envia de volta para Seattle. O trio fica impressionado com o que ouve e resolve convidar Eddie para ser o vocal da futura nova banda. Assim, ele vai para Seattle e grava com a banda durante três semanas, sendo que ao final dessas, já estavam se apresentando para o público local.
Ao mesmo tempo que isso acontecia, Chris Cornell, vocalista do Soundgarden e ex-companheiro de quarto do falecido vocalista do Mother Love Bone, resolve formar um banda para fazer um disco em homenagem ao antigo companheiro. Ele contacta Jeff Ament e Stone Gossard, que aceitam fazer parte desse projeto. Estes, por sua vez, levam Mike McCready e Eddie Vedder, e juntamente com o baterista Matt Cameron, também do Soundgarden, formam o Temple of the Dog. Gravam um excelente álbum auto-intitulado, que saiu pela A&M Records em 1991. Depois do fim dessa banda (que desde o início era apenas um projeto temporário para homenagear o carismático Andrew Wood), Jeff, Stone, Mike e Eddie decidem formar definitivamente uma nova banda, e para isso ganham o reforço do baterista Dave Krusen.
Assim, nasce o Pearl Jam. A princípio, o nome da banda seria Mookie Blaylock, que era o nome de um jogador de basquete. Mas eles tiverem que mudá-lo por problemas burocráticos, e Vedder sugere o nome Pearl Jam, que seria uma homengam à uma geléia com poderes alucinógenos que sua avó (chamada Pearl) fazia. Depois de mais algum tempo gravando material para o álbum debut, eles assinam um contrato com a Epic Records, lançando o resultado dessas gravações em agosto de 1991.
Fonte: http://whiplash.net/materias/biografias/038416-pearljam.html
Lee Fields – o rei do funk contemporâneo
maio 1, 2010 by Davi Sant´anna
Filed under Cultura, Música
Se você ainda não ouviu falar de Lee Fields, tenha certeza que está deixando de ouvir uma das melhores vozes da musica soul contemporânea.
Lee Fields nasceu e cresceu na pequena cidade de Wilson, North Carolina, Lee Fields , passou parte da sua adolescência, cantando na igreja e ouvindo musicas de artistas como James Brown, The Temptations, Eddie Floyd, Otis Redding e ao som clássico dos anos 60 Memphis.
Lee Fields se juntou a alguns grupos equilíbrio racial no Sul e começou a tocar circuitos universitários, que incluiu East Carolina University, Duke University e Georgia Tech. Ao final dos anos sessenta, Lee Fields começou sua carreira cantando, trabalhando com bandas que colocam a fundação para a música funk, incluindo Kool and the Gang, Gordon Sammy e Hip-Huggers e Little Royal.
Renomado em toda a comunidade Funk global, Lee Fields derramou seus grunhidos e gritos durante um legado de funk e hits alma do início dos anos setenta.
Suas gravações com os puristas funk nos últimos anos, consolidando seu lugar como o rei do funk contemporâneo.
curta um pouco da Voz de Lee Fields !
Tim Maia
novembro 28, 2009 by Davi Sant´anna
Filed under Cultura
Podemos dizer que Tim Maia era o cara! Com suas voz, interpretação e atitudes, suas musicas podem ser tema de qualquer musica, da festa de debutante ao baile funk, da roda de samba ao concerto no municipal!
Sua levada Soul casa perfeitamente com um culto gospel, mas foi na seita Universo em Desencanto que Tim Maia tornou-se racional e genial, mergulhando fundo nos preceitos de Manoel Jacintho Coelho líder da seita.
Tim Maia, se limpou, desintoxicou-se e criou uma preciosidade do seu vasto repertório o álbum “Tim Maia Racional”, com letras que pregavam e divulgavam a filosofia Racional, mas com uma levada funk e soul de primeira qualidade em faixas como Imunização Racional, Bom Senso e Queira Quer Não Queira e Que Legal.
Os Fãs da boa música pagam verdadeiras fortunas pelos raros exemplares desses álbuns, entre eles podemos citar o capião de formula 1 Jack Stewart e Marcelo D2.
Nos primórdios da DOC de Bolso, produziu um videoclip com a Musica leia O livro para concorrer no concurso da Trama Virtual, veja abaixo como mergulhamos nesse universos do Tim Maia.
O Segundo ato do Teatro Mágico
setembro 25, 2009 by Redação
Filed under Agenda teatral
O Teatro Mágico, projeto idealizado por Fernando Anitelli, vem conquistando um grande numero de fãs pelo Brasil, mesmo fora das grandes mídias, um dos segredos do sucesso dessa trupe que mistura música e teatro é o perfil dos seus fãs que fazem uma divulgação viral do Teatro Mágico através de sites de relacionamentos, como Youtube, Myspace, Orkut, blogs e demais redes sociais, sendo esta forma de divulgação a mais eficiente atualmente.
O Teatro Mágico é um projeto que reúne elementos do circo, do teatro, da poesia, da música, da literatura e do cancioneiro popular tornando possível a junção de diferentes segmentos artísticos num mesmo espetáculo. O show é repleto de surpresas e emoções, desde a viva boneca-de-pano fazendo graça com o público na recepção até a entrada da trupe em cena.
“A proposta do Teatro Mágico é possibilitar a descoberta de cada um em si mesmo e no outro. A intenção é unificar palco e platéia, artista e público, tudo em uma coisa só”, conta o autor do projeto. Falando nele, vamos às apresentações : Fernando Anitelli, 30 anos, poeta-ouvidor-desenhista-músico-malabarista-comediante-o-que-for, é o responsável pela criação desse universo lúdico, teatral e circense recheado de musicalidade e imaginação.
Embalando todas as canções no CD, destacam-se: violões, timbales, guitarra, violino, baixo, chocalho, alfaia, pandeiro, bateria, teclado, saxofone e alguns ruídos pouco perceptíveis, mas extremamente necessários dentro da moldura lírica desse mundo encantado. Aqui e ali, outros vocais entram e saem de cena em participações honrosas como a da cantora Nô Stopa e do multi-artista Ivan Parente.
Num clima mágico e envolvente, as canções vão sendo intercaladas pelo traçado tecnológico de ruídos telefônicos, sinais de rádio e mensagens de voz. Os integrantes da trupe, maquiados e vestidos de clown – que trazem a idéia do “personagem interno” escondido em cada um de nós -, interagem com o público em passos de dança, números circenses como o malabarismo e outros “truques” que compõem a representação cênica em cada letra.
E assim temos a história do mar que se apaixona por uma menina, a sereia sentada na pedra mais alta e a sorte vinda num realejo. A melhor festa é aquela que acontece dentro da gente e não ao redor. “Se tudo que eu preciso se parece, porque é que não se junta tudo numa coisa só?”, a música se questiona verso a verso. E o roteiro do fabuloso espetáculo vai sendo escrito em cada gesto, em cada canto, em cada rosto. Os coelhos vão saindo de dentro das cartolas e o verbo somar vai sendo conjugado boca-a-boca, corpo-a-corpo, sonho-a-sonho.


